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7 tentativas frustradas para matar Hitler


Hitler é, certamente, a figura mais odiada do século XX. Claro, ele fez por merecer. Leia, a seguir, 7 loucas tentativas para matar Hitler que quase deram certo.


Soldado mijão

Em 1929, quatro anos antes de Hitler assumir o governo alemão e iniciar o Terceiro Reich, um soldado alemão plantou uma bomba sob o palanque em que o bigodinho iria discursar. Como os discursos de Hitler costumavam durar horas, o soldado decidiu visitar o banheiro para esvaziar a bexiga, certo de que ele estaria de volta com tempo de sobra para detonar a bomba. Mas o mijão não contava com a sorte e acabou ficando preso dentro do banheiro. Quando conseguiu sair, Hitler já estava penteando o bigode a quilômetros dali.

Amiguinho traíra

Era 1934 e vários ex-aliados políticos de Hitler estavam atrás das grades. Dentre eles, um de seus ex-amigos mais íntimos: Ernst Röhm. Quando um grupo de apoiantes de Röhm recebeu a notícia de sua prisão, decidiram atacar o Fuhrer e sua comitiva na estrada para Munique. Segundo reza a lenda, Hitler teria conseguido convencer o grupo a não matá-lo, escapando logo em seguida. O grupo ainda voltou atrás e decidiu emboscar o líder nazista estrada acima. Contudo, na última hora, Hitler decidiu mudar o caminho para casa. Não foi daquela vez.

Puro acaso

Em 1935, Heinrich Grunow armou um plano infalível para assassinar Hitler. Armado com uma pistola, Grunow se escondeu em um ponto onde ele sabia que o carro do Führer teria que desacelerar para mudar de direção. Quando o carro de Hitler se aproximou, Grunow sacou sua pistola e disparou diversos tiros na direção do carona. Todavia, Grunow matou o homem errado. Por alguma razão, o próprio Hitler estava dirigindo, enquanto seu motorista estava no banco de trás. Hitler fugiu do local a pé, logo depois de Grunow atirar em si mesmo.

Loira explosiva

Todo mês de novembro Hitler participava de uma reunião em uma cervejaria de Munique para relembrar a sua tentativa de tomar o poder em 1923. Em 1939, um carpinteiro chamado George Elser foi capaz de escapar da segurança e plantar uma bomba relógio no corredor que dava acesso à cervejaria. Na noite do encontro, Hitler chegou e, como de costume, proferiu um discurso. Mas, para azar do carpinteiro e de milhões de judeus assassinados nos campos de concentração, o discurso daquela noite foi muito menor e, se não bastasse isso, Hitler não quis ficar para celebrar com seus partidários como sempre fazia. Treze minutos após Hitler sair do prédio, a bomba de Elser detonou, matando oito pessoas e ferindo dezenas.

Um tiro na cidade luz

Em maio de 1941, oficiais franceses decidiram matar Hitler durante um desfile em que o Fuhrer pretendia rever as tropas alemãs que serviam na França. O plano era simples: aproximar-se o suficiente para atirar a queima-roupa. No entanto, Hitler sentiu o perigo e cancelou sua viagem na última hora.

Há uma bomba no avião

Em março de 1943, dois oficiais alemães decidiram matar Hitler explodindo seu avião particular em pleno voo. Disfarçando uma bomba na forma de duas garrafas de conhaque, eles deram o pacote para um passageiro que voaria com Hitler. Todavia, o passageiro inconsciente armazenou o pacote em um compartimento sem aquecimento, e o frio congelou o mecanismo de tempo da bomba, inutilizando-a.

Operação Valquíria

A tentativa mais famosa para aniquilar Hitler foi, certamente, a Operação Valquíria. O oficial alemão Claus von Stauffenberg levou uma pasta contendo duas bombas em uma conferência em 20 de julho de 1944. Stauffenberg conseguiu colocar a maleta sob a mesa de conferência, perto de Hitler, antes de deixar o quarto. Mas, a pasta foi inadvertidamente movida por um outro oficial, ficando mais longe de seu alvo. Quando a bomba explodiu, o Führer foi apenas ligeiramente ferido. Já Stauffenberg foi rapidamente preso e executado. Oito outros conspiradores foram estrangulados com uma corda de piano. Hitler usou a trama como uma desculpa para eliminar qualquer suspeito.




No fim, Hitler acabou fazendo o trabalho sozinho, suicidando-se em 1945.