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10 inventores que morreram por causa de suas invenções

Sempre que falamos sobre invenções e inventores, alguns nomes famosos pipocam em nossas mentes: Thomas Edison, Professor Pardal, Santos Dumond, etc. Afinal, todos somos muito fascinados pelas histórias de pessoas que desafiaram a lógica de seu tempo e criaram máquinas, programas, produtos e soluções geniais. Contudo, em alguns casos, a ideia genial teve um resultado nada estimulante... e seus inventores pagaram um preço alto por isso: suas próprias vidas. Conheça 10 inventores que morreram por causa de suas invenções.

6. Horace Lawson Hunley: o inventor que morreu no fundo do mar


Horace Lawson Hunley foi o engenheiro naval americano responsável pela invenção de uma das máquinas de guerra mais letais de todos os tempos: o submarino. Infelizmente, a ideia genial e mortífera de Hunley ocorreu durante a Guerra Civil Americana, que assolou os EUA entre os anos de 1861 e 1865, ou seja: nada de grandes motores nucleares, beliches, cozinha, banheiros e sistemas auxiliares de oxigênio. O submarino construído por Horace era bastante primitivo e “movido a mão”. De uma maneira simples, a invenção  funcionava através da força humana, por meio de uma manivela girada por sete homens que era ligada a uma engrenagem dupla. Em 15 outubro de 1963, no auge da guerra, Hunley decidiu tomar o comando de sua embarcação durante exercícios de rotina. Por causa de uma falha mecânica, o submarino afundou, matando todos a bordo.
Curiosidade: mais tarde, o submarino foi resgatado do fundo do mar e passou por reformas. Em 1864, o mesmo aparelho que tirou a vida de Hunley entrou para a história por ser o primeiro submarino a afundar um navio. Pouco tempo depois disso, o submarino voltou para seu inventor no fundo do mar.

5. Henry Albert Fleuss: oxigênio em demasia também mata


Henry Fleuss é considerado um pioneiro da engenharia para mergulhos. Em 1870, ele projetou e recebeu a patente de um respirador para mergulhos. A ideia de Fleuss era que o dispositivo de respiração submarina pudesse auxiliar no reparo de navios. Tão simples quanto assustador, a invenção de Henry consistia em uma máscara de borracha conectada a um tanque de oxigênio. Contudo, Fleuss encheu os tanques do respirador com oxigênio comprimido puro, que é tóxico para os seres humanos: o ar que respiramos é composto por 21% de oxigênio, 78% de nitrogênio e 1% de outros gases. Infelizmente, Henry Fleuss descobriu isso tarde demais, o que acabou custando sua vida.

4. Henry Smolinski: o carro que caiu do céu


O maior sonho de Henry Smolinski, um engenheiro aeronáutico norte-americano, e seu amigo Harold Blake era criar um carro voador. O protótipo, batizado de AVE Mizar, estava em fase de testes quando, em 1973, as asas se soltaram, causando um acidente que tirou a vida dos dois.

3. O salto de Franz Reichelt


Franz Reichelt foi um alfaiate e inventor austríaco com um singelo sonho: pular da Torre Eiffel e sobreviver à queda graças a um “paraquedas” preso em seu terno.  Convencido de que o feito seria possível, visto que os testes com bonecos foram satisfatórios, Reichelt resolver convocar o povo e a imprensa parisiense para testemunharem seu salto e seu invento. Infelizmente, o paraquedas não abriu e Franz morreu imediatamente ao bater no chão (como mostra a foto acima).

2. Max Valier e o carro-foguete


O austríaco Max Valier, fundador da Sociedade para Viagens Espaciais, era um pioneiro em foguetes com uma ideia clara em sua mente: criar um “carro-foguete”. Em 1920, suas invenções começaram a apresentar resultados positivos nos testes, o que fez com que Valier apostasse ainda mais em sua ideia. Contudo, em 1930, a explosão de um carro movido a álcool matou Max e enterrou seu sonho.

1. Marie Curie e a radioatividade


Marie Skłodowska Curie (Varsóvia, 7 de novembro de 1867 — Passy, Sallanches, 4 de julho de 1934) foi uma cientista polonesa com naturalização francesa. Marie Curie é, sem sombra de dúvidas, uma das maiores cientistas de seu tempo. Infelizmente, o foco de seu estudo era a radioatividade – o que a acabou matando em 1934. Felizmente, o talento de Marie Curie e sua importância na história da ciência abriu as portas para que as mulheres entrassem, de vez, no mundo da ciência.